aleatoriedades II

Escrever. Todos os dias.
Desabafar.

Não por obrigação, pelo prazer da conversa.

O papel é meu amigo.

Ontem, me contava sobre um escritor querido. Hoje, me falou sobre um romance que não termina após a morte e sobre robôs.

Não há julgamentos ou interrupções. O papel devolve conforme me ofereço.
Há dores e expectativas frustradas que não merecem ser mencionadas.

Como estará esse caderno daqui… seis meses? Como estarei eu?

[11/05/15]

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