Livros bacanudos -ou não- que li em 2015

Vamos lá (de novo). Tentei formas e mais formas de fazer uma lista-não-lista do que li em 2015, só que nada parecia funcionar. Eu só não quero deixar batido, porque li tanto, conheci e redescobri tanta coisa boa (ou não), que não poderia deixar pra lá.
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O Skoob manda atualizações automáticas pro FB quando termino de ler um livro. “Marquei como Lido” foi o termo que mais usei naquela rede social (que tenho evitado), e “Lendo” não ficou longe. “Mulheres” também foi frequente: marquei as tags #lendomulheres e #leiamaismulheres2015 em muitas postagens.

Por causa de um grande tempo do ano sem trabalho formal, tive mais tempo para ler (e escrever e viver). Foram 78 livros no ano, segundo a meta de leitura, fora os ~alguns~ que eu quase terminei e que estão me encarando na estante.

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Chega de enrolação, né? Bem, vou tentar separar por categorias, porque eu leio de tudo um pouco e fica difícil colocar por gênero literário ou por ordem de preferência. Aliás, ordem de preferência pra livros é uma coisa muito dolorosa pra quem lê muito – eu passo longe.

Pra eu não me perder muito, cada categoria vai ter 7 itens. Nada cansativo, nada injusto.

As 7 decepções:
Branca dos Mortos e os Sete Zumbis, de Fábio Yabu
Eu, Robô, de Isaac Asimov
Os Sofrimentos do Jovem Werther, de Goethe
Cyberstorm, de Matthew Mather
A Livraria 24 Horas do Mr. Penumbra, de Robin Sloan
Desumano, de Olivia Maia
Condenada, de Chuck Palahniuk

Os 7 ninjas malditos cortadores de cebolas:
Trilogia Jogos Vorazes, de Suzanne Collins
Frida, de Hayden Herrera
Lua de Larvas, de Sally Garden
Quarto de Despejo, Carolina Maria de Jesus
A Arte de Pedir, de Amanda Palmer
A Cor Púpura, de Alice Walker
Eu sou Malala, de Malala Yousafzai e Christina Lamb (menção honrosa, porque li em 2014)

As 7 vezes em que chorei de rir (ou os 7 livros que me animaram):
Fritei Minha Dignidade no Bacon, de Alliah
Garota Siririca, de Lovelove6
Quem Atirou na Minha Cabeça?, de Alliah
O Salmão da Dúvida, de Douglas Adams
Lugar Nenhum, de Neil Gaiman
Guts, de Chuck Palahniuk (sim, eu tenho sérios problemas)
Old Man’s War, de John Scalzi (sei que parece estranho esse livro estar aqui, mas Scalzi tem umas tiradas excelentes)

As 7 explosões de cabeça:
GURPS Cyberpunk, de Loyd Blankenship
A Mão Esquerda da Escuridão, de Ursula K. Le Guin
Os Homens que não Amavam as Mulheres, de Stieg Larsson
Americanah, de Chimamanda Ngozi Adichie
Meio Sol Amarelo, de Chimamanda Ngozi Adichie
Mona Lisa Overdrive, de William Gibson
Pequeno Irmão, de Cory Doctorow

Os 7 livros nacionais que todo mundo precisa ler:
Universo Desconstruído, Vários Autores
As Lendas de Dandara, de Jarid Arraes
A Ilha dos Dissidentes, de Bárbara Morais
Ouro, Fogo & Megabytes, de Felipe Castilho
Diga Meu Nome e Eu Viverei, de Lady Sybylla
Anacrônicas, de Ana Cristina Rodrigues
Metanfetaedro, de Alliah

Posso concluir que, além de ler pra caramba, eu sou bem eclético e gosto muito de Alliah/Vic e da Chimamanda. Pro próximo ano, quero continuar nessa pegada de mesclar clássicos/best sellers com livros menos divulgados por aqui ou de autores nacionais de personagens diversos. Pro início do ano, aliás, tenho várias obras que comprei durante o Encontro Irradiativo, além de querer continuar as séries da Bárbara Morais e do Felipe Castilho.

Só lembrando que essa é uma lista INCOMPLETA do que li em 2015. Tive que deixar muita coisa de fora, inclusive livros de que gostei muito.

É isso 😀

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